Participa no 7 Palmos de Testa
7 Palmos de Testa é um talk-show juvenil, moderado por Ana Zanatti, com
a duração de uma hora. É exibido uma vez por mês, na RTP2, sempre aos
domingos às 21h onde se discutem temas transversais à sociedade e saber
o que pensam os jovens acerca dos mesmos.
Cada tema tem 6 convidados (3 rapazes e 3 raparigas) com idades compreendidas entre os 16 e os 25 anos.
Um dos temas que vai ser discutido é a Família. Qual é o nosso conceito
de família? Como é a estrutura familiar de cada convidado? Como é a
família ideal?
Para a concretização deste tema precisamos de jovens que tenham
estruturas familiares diferentes, desde famílias tradicionais a
famílias monoparentais ou famílias homossexuais. Não serão muito
frequentes estas últimas mas certamente há jovens que fizeram, pelo
menos, parte do seu percurso de crescimento no seio de um núcleo
familiar formado por dois homens ou duas mulheres, ou haverá também
jovens adultos que pretendem formar uma família e tenham adoptado uma
criança ou que um deles tenha já uma criança de uma ligação anterior.
O programa vai ser gravado em Março, em data a definir.
Para se inscreverem basta enviar um email com o nome e número de telemóvel para mola@mola.pt.
2 comments so far
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Vi hoje pela primeira vez o programa e fiquei fã!
MUITOS PARABÉNS.
Ah e a Ana estava linda, a culpa não é da Isilda Pelicano, que faz roupa DE SONHO, mas também ajudou.
A Ana está linda, sempre. Mesmo quando os demais 6 palmos de testa não eram brilhantes, podia ficar-se deliciad@ a vê-la e a ouvi-la.
. Mas gostava de partilhar que sou filha de uma família heteroparental e sou lésbica. Por isso, acredito mesmo que o tipo de família de que somos originários não influência as nossas tendências sexuais.
O “newlook” (para mim é novo) fica-lhe soberbo e a Ana está “gorgeous”.
No programa sobre a família, a Ana bem puxou pelos jovens, mas eram de ideias pouco ambiciosas. Eu julgo que é culpa da fatal tradição/educação judaico-cristã e também de uma certa imaturidade emocional. Apesar de tudo, naturalmente que têm o direito de pensar como entenderem, e o tempo e a experiência ensiná-los-ão que a vida é muito mais diversificada do que aparenta.
Não poderia ter ido ao programa porque sou uma mulher entre os 40 e os 50
Claro que estou a ser um pedacinho irónica – reduzindo a questão a uma grande simplicidade, penso que o objectivo seria encontrar pessoas originárias de famílias homoparentais ou mesmo monoparentais que sejam “vulgarzinhas de lineu”. Ou, sendo oriundas de famílias heteroparentais, que fossem capazes de se revelar super “open mind”.
Aconteceu de tudo um pouco, e por isso o tratamento do tema correu razoavelmente bem.
A Ana moderou q.b., estava bem preparada.
Esta série de programas tem sido uma lufada de inteligência e novidade neste quotidiano televisivo que se vem tornando insuportável.